DOI:https://doi.org/10.3232/REB.2018.V5.N9.3444

La división sexual del trabajo y las diferentes composiciones familiares en el Brasil urbano: lo que ha cambiado entre 2001 y 2014

Larissa Oliveira Cantieri, Andrea Rodrigues Ferro

Resumen

El presente estudio investiga la División Sexual del Trabajo en el Brasil urbano entre los años 2001 y 2014, teniendo en cuenta las diferentes composiciones familiares en las que se insieren hombres y mujeres. La hipótesis de trabajo es que existen disparidades en la división del trabajo: a pesar de los cambios acaecidos en la sociedad durante años, las mujeres aún tienen mayor participación en actividades típicas del cuidado de la familia y la casa. Se realizó un análisis exploratorio de los microdatos de las PNADs (Encuesta Nacional por Muestreo de Domicilios) de 2001 y 2014, comparando ocupaciones, jornada de trabajo, remuneración del trabajo y educación, de hombres y mujeres, casados y no casados, con o sin hijos, jefes y cónyuges. Se comprobó que no ha habido una reducción de las disparidades, sino solo una reconfiguración de la División Sexual del Trabajo de tal modo que se mantiene un sistema de género, confirmando la hipótesis de la investigación.

Palabras clave

División sexual del trabajo; composición familiar; mercado laboral.
Vistas: 238
Descargas PDF: 151

 

Referencias


Becker, G. S. (1985). Human capital, effort and the sexual division of labor. Journal of Labor Economics, 3(1), 33-58.

Carloto, C. M. (2001). O Conceito de Gênero e sua Importância para a Análise das Relações Sociais. Revista Serviço Social, 3(2), 201-213. Recuperado de [http://www.uel.br/revistas/ssrevista/n2v3.pdf#page=83]. Consultado [08-10-2016].

Carrasco, C. (2003). Mujeres y economía: Nuevas perspectivas para viejos y nuevos problemas (Cap. 1, 1-23). Barcelona: Icaria. Recuperado de [http://sof2.tempsite.ws/wp-content/uploads/2015/07/INTRODUCAO-para-uma-economia-feminista-Carrasco.pdf]. Con-sultado [10-04-2016].

Delphy, C. (1993). Rethinking sex and gender. Women’s Studies International Forum, 16(1), 1-9.

Hirata, H., & Kergoat, D. (2007). Novas Configurações da Divisão Sexual do Trabalho. Cadernos de pesquisa, 37(132), 595-609. Recuperado de [http://www.scielo.br/pdf/cp/v37n132/a0537132.pdf]. Consultado [14-02-2016].

Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). (2001). Documentação dos Microdados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios – PNAD. Recuperado de [http://www.ibge.gov.br]. Consultado [21-12-2015].

Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). (2014). Documentação dos Microdados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios – PNAD. Recuperado de [http://www.ibge.gov.br]. Consultado [21-12-2015].

Kergoat, D. (2000). Divisão sexual do trabalho e relações de sexo. Dictionnaire critique du féminisme, 1, 1-7. Recuperado de [https://polignu.org/sites/polignu.org/files/mulheres/data_curta/adivisaosexualdotrabalho.pdf]. Consultado [23-11-2017].

Kon, A. (2002). A Economia Política do Gênero: Determinantes da Divisão do Trabalho. Revista de Economia Política, 22(3), 89-106. Recuperado de [http://www.rep.org.br/PDF/87-5.PDF]. Consultado [14/10/2015].

Kon, A. (2005). Considerações teóricas sobre a divisão sexual do trabalho na família: repercussões sobre o mercado de trabalho. Anais do Seminário As Famílias e as Políticas no Brasil, Belo Horizonte, MG, Brasil (pp. 1-20). Recuperado de [http://www.abep.nepo.unicamp.br/docs/anais/outros/fampolpublicas/anitakon.pdf]. Consulta-do [04-12-2015].

Madalozzo, R., Martins, S. R., & Shiratori, L. (2010). Participação no Mercado de Trabalho e no Trabalho Doméstico: Homens e Mulheres têm Condições Iguais? Revista Estudos Feministas, 18(2), 547-566. Recuperado de [http://www.scielo.br/pdf/ref/v18n2/15.pdf]. Con-sultado [22-02-2016].

Ometto, A. M. H., Hoffmann, R. & Alves, M. C. (1999). Participação da mulher no mercado de trabalho: discriminação em Pernambuco e São Paulo. Revista Brasileira de Economia, 53(3), 287-322.

Pinto, G. (2006). Mulheres no Brasil: esboço analítico de um plano de políticas públicas para mulheres. Anais do XIV Encontro Nacional de Estudos Populacionais, Caxambú, MG, Brasil. (pp. 1-19). Recuperado de [http://www.abep.nepo.unicamp.br/encontro2006/docspdf/ABEP2006_301.pdf]. Consultado [14-10-2015].

Silva, T. M. D. (2015). Análise do diferencial de salários das trabalhadoras domésticas brasileiras. Dissertação de mestrado em Economia, Universidade Federal de São Carlos, Sorocaba, SP, Brasil.

Souza, L. R. (2009). O efeito dos filhos sobre a participação feminina no mercado de trabalho brasileiro: explorando diversas fontes de variação exógena na fecundidade. Tese de doutorado em Demografia, Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, MG, Brasil. Recuperado de [http://cedeplar.face.ufmg.br/demografia/teses/2009/Laeticia_Rodrigues_Souza.pdf]. Consultado [21-10-2016].

Torres, A., Silva, F. V. da, Monteiro, T. L., Cabrita, M. & Jesus, F. H. de. (2000). Porque não se revoltam as mulheres? Resultados de uma pesquisa nacional sobre a divisão do trabalho entre sexos. Actas do IV Congresso Português de Sociologia, Lisboa, Portugual. Recuperado de [http://www.aps.pt/cms/docs_prv/docs/DPR462dfe43b4acc_1.PDe]. Consultado [02-11-2015].





Con el mecenazgo de
Universia
Avda. de Cantabria, s/n - 28660, Boadilla del Monte
Madrid, España
EMail: info@sjss.universia.net